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Sistema digestivo e hepático das aves ( 2ª parte )

Sistema digestivo e hepático das aves ( 2ª parte )

Alimentação mineral, administração, substituição.

Quando fazer?

Como proceder?

Quais os cuidados?

E quando se fazem tratamentos, e na campanha desportiva, retira-se ou não?

Quando faço tratamentos, véspera e dias de enjaulamento e chegada das provas, devo retirar o “grit”, o “pó mineral”, o “tijolo” aos pombos?

A satisfação das necessidades de “elementos grosseiros e minerais” relacionados com a digestão deve ser uma constante, não deve estar sujeita a variações significativas.

Se estes elementos forem substituídos ou acrescentados regularmente, não deixando faltar a variedade de todos os elementos, as aves encontram-se satisfeitas, a ingestão é mínima, não interferindo com os tratamentos e resultados das provas e recuperação pós provas.

A ingestão desequilibrada / exagerada destes elementos ocorre em estados de carência muitas vezes provocados por supressão de fornecimento temporária, debilidade física e orgânica, assim como para colmatar exageros de outras substâncias ingeridas que intoxicam o organismo.

As intoxicações do organismo podem ser minimizadas com o uso regular do HepatoxTotal+

As aves tentam satisfazer as suas necessidades através dos elementos que encontram à sua disposição, exagerando muitas vezes devido ao desequilíbrio em que se encontram, ou porque os elementos disponíveis não são suficientemente concentrados nas substâncias causadores da carência.

A melhor forma de satisfazer e corrigir as necessidades e carências minerais é fazê-lo de forma gradual através de complexos minerais concentrados e equilibrados (Haemo Plus) adicionados na alimentação de base, durante 3 a 4 dias consecutivos, e só então colocar de forma gradual à livre disposição os “elementos grosseiros e minerais”.

A administração de “elementos grosseiros” e outros relacionados com a alimentação mineral requer alguns cuidados, tais como:

– Reposição de forma gradual – após estado de carência a reposição deve ser gradual, evitando-se desta forma exageros e alterações bruscas de pH e concentrações salinas elevadas nocivas para o organismo e flora intestinal;

– Realizar-se no período da manhã, após a refeição. Desta forma evita-se uma ingestão exagerada e a acumulação única de “elementos grosseiros” que bloqueariam a moela, dificultando a digestão e a passagem de outras substancias;

Disponibilidade de água durante todo o dia, evitando problemas de concentrações salinas elevadas no organismo, principalmente em períodos quentes ou aves susceptíveis a desidratação;

Cuidado muito especial, para situações de desidratação e provas desgastante (1), e mesmo aves que chegam atrasadas, as quais exageraram na ingestão de “elementos minerais”, acabando muitas vezes por morrer devido ao excesso de minerais / concentração salina nos fluidos corporais.

Para precaver estas situações recomenda-se retirar os “elementos grosseiros” e “minerais” do alcance destas aves.

  (1) os pombos chegados das provas encontram-se desidratados, ou seja, perderam água dos tecidos, verifica-se um aumento da concentração de sais nos fluidos corporais.

A administração de electrólitos e açucares simples concentrados, logo na chegada das provas é desaconselhada por este motivo; estando indicada para mais tarde.

Aconselhamos a ver o vídeo sobre os minerais na criação e reprodução.

E o resto do “sistema digestivo e “entero-hepatico”?

E a “flora intestinal”? Onde e como atua?
Estes temas serão abordados num próximo trabalho.

 

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Esquema de tratamento de pombos Velocidade e Meio-Fundo

Esquema de tratamento

Esquema de tratamento

O que é um esquema de tratamento?

Um esquema é:

– Forma resumida ou explicativa de informações;

– Sistema de ideias, ou conjunto organizado de conceitos;

– Síntese de algo complexo e elaborado;

– Representação visual estruturada, resumida e simplificada de um conceito ou ideia;

– Linhas orientadoras simplificadas de algo mais complexo.

 Resumindo:

Esquema é algo resumido, organizado, condensado, simplificado mas não simples, suscetível de interpretação e compreensão, servindo como linhas mestras orientadoras para a execução prática de algo; implicando alguém como executante capaz de o decifrar.
sistema de velocidade e meio fundo

O que é um esquema de tratamento?

É a informação sintetizada das linhas orientadoras a seguir de maneio prático visando objectivos produtivos, reprodutivos ou curativos.

Sendo uma forma resumida subentende, que existe alguém capaz da interpretação e execução.

O que deve conter um esquema tratamento?

Um esquema de tratamento deve conter todos os parâmetros quantitativos e qualitativos práticos que interferem com a forma de condução e maneio visando atingir determinados resultados.

O esquema de tratamento sendo algo resumido e rígido a seguir, e que vai ser interpretado e executado muitas vezes por outrem, fica desajustado quando do aparecimento de parâmetros anormais (fatores variáveis), deixando em aberto a necessidade de intervenção rápida para o ajustamento, que pode ser momentâneo, de transição ou temporário.

O executante deve conhecer e saber ler esses parâmetros (Fatores Variáveis).

Deve ser alertado para todos os procedimentos imediatos a efetuar, para minimizar os efeitos da distorção ocorrida.

Fazer a interpretação / leitura da situação e sua transmissão pormenorizada ao agente decisor.

Esta situação implica uma relação de disponibilidade, “proximidade”, confiança, conhecimento, interpretação e transmissão de toda a informação completa e detalhada.

Um esquema de tratamento deve ser:

– Simples;

– Fácil leitura;

– Compreensão;

– Execução.

A universalidade de muitos esquemas de tratamento que visam a simplificação, orientados para rápida conquista de adeptos, não alertando para os Fatores Variáveis e as necessidades de ajustamento, estão condenados ao fracasso.

A menos que por outro modo transmitam a formação e informação técnica necessária ao entendimento; como os artigos técnicos que nós temos disponibilizado aos criadores e praticantes.

Assim como as muitas respostas dadas aos esclarecimentos e dúvidas solicitadas.

 

Não é “obrigatório” que o executante do esquema de tratamento saiba a ação e funcionalidade do que é administrado.

O executante precisa de cumprir rigorosamente com o esquema de tratamento; estar muito atento e aplicar todos, mas todos os seus sentidos, na leitura do comportamento animal e rapidamente detetar os fatores de variação e as variações.

A estatística, as relações estabelecidas entre diversos fatores, os indicies, os parâmetros produtivos e reprodutivos, a comparação a diferentes níveis com os resultados dos “adversários” dão indicações do que está a ser feito e se é preciso fazer algo.

As ação / intervenção tem de ser pronta e rápida, mas certeira visando a normalidade e recuperação no mais curto espaço de tempo, tão necessário à preparação e fortificação.

Dois tipos de esquemas de tratamento:

– Esquemas “regionais”;

– Esquemas “universais”.

São mais aconselhados os “esquemas regionais”, aproximam-se mais das condições e da prática local.

Mas todos os esquemas tem de ser ajustados às condições de cada um; e mesmo cada columbófilo tem de adaptar o seu esquema em função dos “Fatores Variáveis”.

O tempo de voo, o tipo de alimentação, a quantidade de alimento, os suplementos utilizados, entre outras coisas, devem ser ajustados ao longo da campanha desportiva.

Sempre que me solicitam um Esquema de Tratamento para os pombos, peço muita informação e faço uma serie de perguntas, ficando sempre o compromisso de disponibilidade para qualquer dúvida.

A título de curiosidade, pediram-me para fazer um esquema de tratamento pombos de voo para Taiwan.

Qual o meu espanto quando vejo que só voam com borrachos (pombos com 150 dias de idade), são encestados à Segunda-feira, soltos na Quarta-feira, voltam a ser encestados na Sexta-feira e soltos no Domingo.

O pior é que têm o sistema de eliminatórias, os pombos tem de ir a todas as provas, falhou é eliminado.

Estava a esquecer-me que as provas são sobre o mar e soltam quase sempre.

Quais os parâmetros do esquema de tratamento dos pombos?

– Dias;

– Manhã;

– Tarde;

– Tipo de alimentação;

– Quantidade de alimento;

– Quantidade de alimento na refeição da manha e da tarde;

– Voo;

– Tempo de voo;

– Tipo de prova;

– Tipo de pombos (adulto, novos, machos, fêmeas);

– Sistema de voo;

– Chegada de Prova;

– Próxima prova;

Distorções ou fatores variáveis que levam  

ajustamentos nos sistemas / esquemas de tratamento:

— Dificuldade ou facilidade da prova efetuada;

– Dias entre a chegada e a partida para a próxima prova;

– Variações / amplitudes climatéricas significativas;

– Impedimento da realização de algum ato na condução / maneio;

– Condição corporal anormal para o que seria normal;

– Ausência ou excesso de exercício por alguma anormalidade sucedida;

– Alterações da data de realização da prova.

Como ou de que forma e com quê podemos minimizar os efeitos dos fatores variáveis?

Esta pergunta é muito abrangente, sendo variável que interage com uma série de elementos, obriga a equacionar muitas hipóteses, e a expandir em demasia este artigo.

A leitura de outros artigos como “a prova começa na véspera”, o “sistema digestivo das aves”, “a próxima prova começa na chegada da anterior”,   ajuda a responder e a entender como resolver quando das necessidades de ajustamento dos esquemas de tratamento.

A “filosofia” da elaboração dos esquemas de tratamento baseiam-se na resposta aos seguintes pressupostos:

– De onde vem;

– Como veio;

– Como está;

– Como deve ficar;

– Quando vai;

– Para onde vai;

– Como tem de ir.

Na prática são as respostas que têm a ver com a constituição e parâmetros fisiológicos afetados com a preparação e realização dos treinos e das provas,

passando pelas seguintes etapas:

– Desgaste;

– Estabilização;

– Normalização;

– Recuperação;

– Desenvolvimento / treino;

– Fortificação;

– Acumulação.

#esquema de tratamento  #sistema de tratamento  # esquema de tratamento de campanha

Chegamos ao final deste artigo, paramos e refletimos; deixamos alertas e alguns cuidados.

Muitas perguntas ficaram no ar, e muitas outras se nos colocam.

Só nos ficam duas certezas; é a vontade de ajudar e a de que muito mais é preciso fazer.

 

Trabalho elaborado por

Carlos Teixeira

 

 

 

Pombos perdidos - pombos - produtos para pombos - produtos para columbofilia

Pombos perdidos

Pombos perdidos

Pombos perdidos, achados, atrasados e reuperados

Em relação aos pombos perdidos todos os anos, é sempre a mesma coisa, a “sementeira” do costume.

No inicio dos treinos e campanha desportiva verificam-se perdas avultadas,

Para não dizer mesmo muito avultadas.

 Pombos perdidos regra geral são borrachos / yearlings, e porquê?

Ainda estão a aprender a andar e,

Já têm de fazer corrida e orientação.

gatinhar

Uma máquina com muito menos capacidade e potência, não tem o mesmo rendimento nem faz o mesmo trabalho que uma com capacidades superiores; caso contrário não existia a necessidade de evolução da máquina.

Então porque têm os borrachos muito menores capacidades ?

Variando um bocado com as raças (precocidade), mas de um modo geral os pombos jovens até mais de um ano de idade encontra-se em desenvolvimento físico.

O desenvolvimento físico implica maior tamanho, mais massa muscular, órgãos maiores e mais tecidos de reserva e para reserva de substâncias.

Maior tamanho, implica maior e mais espaço para albergar os órgãos, permitindo uma amplitude superior dos órgãos.

Essa amplitude é muito importante principalmente a nível dos sacos aéreos e pulmões (nas aves apresentam pouca elasticidade) para satisfação das necessidades de oxigenação do organismo.

Massa muscular – sendo os músculos responsáveis pelo trabalho, armazenamento e queimas das reservas para a produção de energia, facilmente se compreende a necessidade do seu desenvolvimento e treino.

Orgãos maiores

Orgãos maioresos diferentes orgãos do organismo executam inúmeras funções, desde a digestão, oxigenação, filtragem, desintoxicação e bombagem.

Para o mesmo trabalho, para a mesma distância, para a mesma velocidade, para o mesmo endurance, para a mesma regularidade; órgãos “atrofiados” respondem de forma inferior.

Tecido de / e para reserva – as reservas de substâncias encontram-se a nível de determinados órgãos e tecidos.

As substâncias de reserva mais significativas são as gorduras e o glicogénio.

A produção e acumulação de gorduras no e para o tecido adiposo dá-se quando o organismo tem as suas necessidades energéticas satisfeitas.

Dois factos curiosos das gorduras:

– Gordura produz gordura (o tecido adiposo também produz gordura);

– Constantemente a ser produzida, acumulada e renovada.

As gorduras estão em constante circulação e renovação, ou seja, queimam-se determinadas gorduras e formam-se outras para o seu lugar.

Este facto implica, uma vez “gordo”, sempre gorduras em circulação, sempre a serem formadas e desdobradas.

O fígado não descansa com as gorduras.

HepatoxTotal+ e VitaAminoPlus são uma boa ajuda.

O tecido adiposo, gordura armazenada como fonte energética alternativa à glicose e glicogénio.

Também são armazenadas gorduras a nível dos músculos, como fonte de reserva muito próxima para satisfação das necessidades energéticas.

As gorduras dos músculos são as primeiras a serem gastas, isto também implica que uma vez “gordo”, sempre gordo.

As gorduras depositadas e acumuladas não são gastas com facilidade, até porque gordura produz gordura.

O tecido adiposo é fundamental, principalmente nos períodos frios, servindo como já vimos de fonte de reserva energética e como camada protetora para os pombos perdidos face às baixas temperaturas (frio).

Desculpe interromper; vai uma “cevadinha”?

Nota: Ter sempre o mesmo “fato” e andar a 70 ou 80 km/ hora a baixas temperaturas, custa a resistir.

Quer saber mais um facto curioso sobre as gorduras?

Mesmo que não queira, eu vou “dizer”.

Que o vai deixar a pensar.

Com a idade, regra geral os seres vivos perdem músculo e ganham gordura.

Agora pergunto-lhe, será que este facto tem importância para:

– Os pombos perdidos no início dos treinos e provas serem borrachos?

– A idade dos pombos que devem voar o fundo e grande fundo?

– Os pombos que ganham os “Barcelona” internacionais?

E as vias respiratórias superiores, qual a sua influência?

As vias respiratórias superiores são responsáveis pelo aquecimento, filtragem e humedecimento do ar inspirado.

Nos jovens (nos humanos acontece o mesmo), as vias respiratórias superiores encontram-se pouco desenvolvidas, assim como o reflexo de expulsão dos mucos.

O tempo frio e humidades relativas do ar elevadas originam mais irritação, inflamação e produção de mucos, logo mais obstrução e contaminação.

Estes factos devem merecer da parte dos #columbófilos uma particular atenção

pombos perdidos, abertura da fenda palatina inflamada                           pombos perdidos, abertura da fenda palatina

Em columbofilia muitos fatores estão interligados, os resultados e as ocorrências são a resultante do conjunto global.

Com o acima exposto, não estou a defender os pombos grandes, mas sim a preparação, o desenvolvimento, a aquisição de capacidades e experiência; abordamos alguns destes fatores:

Ainda estão a aprender a andar e,

Já têm de fazer corrida e orientação.

Capturar

Preparação física e cognitiva

Fisicamente – Voar 1 hora à volta do pombal, sem precisarem de se orientar, ao ritmo que lhes apetece, é muito diferente, de serem soltos a uma distância de 50 ou 60 km.

Pior mesmo quando a orientação se complica, ou aves de rapina atacam, ou são arrastados por outros bandos.

Os “treinos em linha” nos quais queremos capacitar as faculdades de orientação, primeiro de tudo devem servir para ir aumentando o endurance e a resistência dos pombos.

Primeiro de tudo deve desenvolver as capacidades físicas que lhe permitem resistir às adversidades.

“Eu até sei o caminho, mas não tenho “pernas” para lá chegar.”

Muitas vezes até chegam, com muito esforço e desgaste, o qual origina grande debilidade dos órgãos e desgaste dos músculos, surgindo micro roturas musculares muito agravadas, que também podem ser só consequência do tempo frio ( não sabem fazer o aquecimento antes do voo).

Experiência

A inexperiência é um dos grandes fatores de stress.

Verifica-se muito nos pombos jovens, principalmente quando são encestados, logo se amontoam num canto das jaulas.

Em relação a esta situação sempre podemos colocar poucos pombos em cada jaula e intermediar com pombos mais experientes, de preferência fêmeas; sempre menos agressivas nas jaulas.

 treino e orientação dos pombos


treino e orientação dos pombos

Capacidades de orientação e espirito individualista (líder)

Devem ser desenvolvidas as capacidades de orientação através de treinos aos diferentes pontos cardeais, com diferentes condições atmosféricas.

Os treinos devem ser sempre graduais para “sedimentação” do processo de aprendizagem e reconhecimento de zonas.

As aves tem o sentido gregário, daí a expressão “parecem um bando…”.

Os pombos devem ser treinados individualmente, para ter a capacidade de não se deixarem “arrastar” e virem sozinhos para casa. Só assim ganham aos outros pombos.

Capturar

 Tenha menos pombos perdidos,  considere os seguintes factores:

-Cuidados no dia do enjaulamento,

saiba mais, siga o link    http://www.carlosteixeira.loftgest.com/

-Capacidades limitadas, ou pouco desenvolvidas no início de época de treinos principalmente dos pombos jovens;

– Uma boa alimentação / nutrição, satisfazendo as necessidades para manutenção, crescimento, treino e criar algumas reservas;

– Não esquecer que o frio “come muito”;

Condições atmosféricas adversas, evitar treinos e provas nas horas e dias com temperaturas muito baixas;

– Evitar dias e zonas de neve; os pombos orientam-se pior;

Treinos de diferentes níveis/tipos (cesto, tempo de enjaulamento, de solta, de orientação individual e resistência gradual).

Um treino interessante é soltar os pombos a curta distância quando os pombos de outros columbófilos se encontram a voar à volta do seu pombal.

Os pombos juntam-se todos, andarão muito tempo juntos (resistência) e a seguir tomam a iniciativa de deixarem o bando e irem para “casa“.

É um bom treino com baixo risco.

Recuperação – depois de treinos difíceis ou mal sucedidos aumentar o tempo de recuperação.

– Cuidado com as amplitudes térmicas (pombal / jaula / transporte / solta / chegada);

-Atenção particular às vias respiratórias superiores e à sua desobstrução / desinfeção;

– Locais de treinos e condições mais difíceis, ou maior risco, colocar pombos mais experientes conjuntamente;

-Pombos pouco experientes e mal preparados não devem ser treinados nos dias de grande “cruzamento” e “arrastamento” de pombos;

– Evitar zonas de grandes concentrações de pombais / pombos.

Ideal seria treinar os borrachos / yearlings  no inicio da Primavera, seriam menos os pombos perdidos, porque:

-As condições atmosféricas são favoráveis ;

– Os borrachos / yearlings já se encontram mais desenvolvidos e mais treinados;

– A deriva de pombos, cruzamento de pombos e a quantidade de pombos é menor;

– Existe mais fauna “disponível” para alimentar as aves de rapina;

– Os dias são maiores, permitindo o treino bidiário.

– O melhor de tudo seria fazer como fazem quase todos os países europeus, e muitos da América;

campeonato de pombos no ano do seu nascimento.

Quais as vantagens:

Competição de pombos no ano de nascimento, para quando em Portugal?

Num próximo artigo abordaremos os prós e contras deste tipo de competição.

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#Borrachos / # pichones / #yearlings / #pigeons / #campanha desportiva

#Pombos perdidos  #pombos achados 

 

Trabalho da autoria de:

Carlos Teixeira

 

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Desinfecção das narinas - pombos - produtos para pombos - produtos para columbofilia

Desinfecção das narinas

Desinfecção das narinas

Desinfecção das narinas, fossas nasais e seios frontais, porquê e quando?

O pombo fica sujeito a muitas condições adversas que afectam e infectam as vias respiratórias superiores, resultando na necessidade de desinfecção das narinas.

Desobstruir, desinfectar, oxygenar, para ganhar.

Situações adversas que justificam a desinfecção das narinas:

Desinfecção das narinas

Transporte de pombos – desde que os pombos são enjaulados para as provas até que regressam aos seus pombais, ficam expostos a um conjunto de condições e substâncias que potencializam a contaminação e infecção das vias respiratórias superiores, obrigando à desinfecção das narinas.

– Confinamento em atmosferas saturadas e contaminadas, provocadas por uma ventilação deficiente e grande concentração de pombos;

– Locais e materiais com higiene e desinfecção deficientes;

– Grandes amplitudes térmicas e repentinas;

Contaminação no abeberamento (veja o vídeo “como bebe o pombo”)

– O ritmo respiratório acelerado, o grande volume de ar inspirado, em atmosferas cada vez mais poluídas, proporcionam maiores contaminações;

– Voo prolongado em atmosferas muito secas ou muito frias, irritam as mucosas nasais;

– O stress e o esforço físico da prova, baixam a resistência e a imunidade; os pombos ficam mais sensíveis a contaminações e infecções.

As vias respiratórias superiores são revestidas internamente por uma mucosa ciliada responsável pela filtragem, aquecimento e humedecimento do ar.

Em condições ambientais adversas, na presença de microorganismos, substâncias ou “corpos” estranhos, a mucosa reage produzindo muco.

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FENDA PALATINA COM MUCOS

O muco são substâncias visco-elásticas de origem glicoproteica, servindo de substrato ao desenvolvimento de bactérias e tricomonas, as quais irritam os tecidos, provocando o seu engrossamento, diminuindo a secção das vias de ventilação (inspiração e expiração), condicionando o fornecimento de oxigénio e a expulsão do dióxido de carbono do organismo.

gotas nasais 2

gotas nasais1-

Uma ventilação (inspiração e expiração) deficiente não permite a oxigenação e expulsão de gases normal, ocorre a intoxicação do organismo por acumulação de metabolitos incompletamente degradados.

O rendimento energético das substâncias nutritivas utilizadas em situações de carência de oxigénio (anaerobiose) é muito menor. Menos energia e mais cansaço.

Pelo exposto, estás mais que justificada a necessidade de  desobstrução e desinfecção das narinas e das fossas nasais com o OxygenPlus )

Respiratory Problems In Pigeons

Quando aplicar o OxygenPlus?

Recomenda-se a aplicação do OxygenPlus, na véspera de encestamento, chegada da prova, tratamentos às vias respiratórias, introdução de novos pombos no pombal, desmame dos borrachos, acasalamento e 2 a 3 dias antes do nascimento dos borrachos.

Contaminação, propagação, produção de muco e infecções respiratórias, causas e factores.

– Quando um pombo bebe introduz o bico e as narinas dentro da água.

O movimento da agua é feito através de “bombagem / sucção” (veja o vídeo: como bebe o pombo); em determinados momentos permite o refluxo, ou seja, água que estava dentro do bico volta ao bebedouro, ficando contaminada micro-biologicamente e com resíduos que servem de substrato ao desenvolvimento microbiano.

Forma-se uma “cultura microbiana” para contaminação e propagação de doenças.

A “cultura microbiana” é tanto maior, quanto mais pombos beberem do mesmo bebedouro, mais altas forem as temperaturas, menor for a troca da égua do bebedouro e a higienização dos mesmos.

A “cultura microbiana” pode ser potencializada através de aditivos, como “açucares” ou aminoácidos.

A utilização de 4 mililitros de HexaPlus por litro de água, evita o desenvolvimento e a propagação microbiana.

É fundamental, desobstruir,desinfectar, oxygenar, para ganhar.

OxygenPlus é essencial.

Interessa-lhe temas relacionados com este?

Então ……..

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Preparação para provas - pombos - produtos para pombos - produtos para columbofilia

Provas de fundo – suplementação

Utilização do FlyCapsTotalB

Recuperação – uma cápsula no dia seguinte à chegada das provas de fundo, ou pombos chegados atrasados que acusam bastante desgaste físico.  Pombos que pelo seu desempenho necessitamos manter sempre no auge da sua forma.

Preparação para provas de fundo – véspera e dia de encestamento da prova de fundo.

Desmame de borrachos – uma cápsula no dia de desmame

Transporte de borrachos – uma cápsula no dia de envio, e outra no dia da chegada, mesmo os trazidos de outros pombais.

Pombos recebidos após transporte stressante – uma cápsula

 FlyCapsTotalB

Finalidade e importâncias das suas substâncias.

Óleo vegetal o óleo vegetal contem diversas substâncias, como a vitamina E, poderoso antioxidante.

O acido linoleico, acido gordo polinsaturado e fitoesterois, os quais contribuem para a diminuição dos níveis de colesterol no sangue.
O processo de produção e extracção do óleo vegetal é fundamental para manter a integridade das suas substancias funcionais.

Certos processos de extracção químicos e térmicos destroem a funcionalidade dessas substâncias especificas.

Glucose anidra a glucose anidra é um monossacarideo; açúcar simples que as células utilizam como fonte de energia.

Sendo também transformada em glicogénio para servir como açúcar simples de reserva.

No metabolismo, a glucose é uma das principais fontes de energia, essencial ao funcionamento do cérebro e do coração.

Óleo de soja  ajuda a proteger o sistema cardiovascular pelo seu elevado teor em acidos gordos omega 3 e 6, assim como o sistema nervoso pela sua riqueza em fosfolípidos.

É rico em isoflavinas e vitamina a e vitamina e.

 Lecticinia de soja

Melhora a absorção de gorduras a lecitina aumenta a digestibilidade e a absorção das gorduras devido a suas propriedades emulsionantes.

No metabolismo das gorduras  a enzima lecitina liberta a colina e reforça a sua ação, a qual evita a acumulação de gorduras no fígado.
A lecitina contém os agentes lipotrópicos, como a colina e o inositol, necessários para metabolizar as gorduras.

A lecitina de soja ajuda a melhorar o metabolismo perturbado das gorduras.

Contribui por para resolver os problemas de mau funcionamento do fígado, devido a acumulação das gorduras no fígado.

Importante na altura das provas de fundo em que as necessidades energéticas são elevadas e tem de se recorrer a uma alimentação mais rica em sementes oleaginosas e proteaginosas.

A lecitina é uma gordura de fácil e rápida degradabilidade para o fornecimento de energia em situações carências.

Acido l-ascorbato

Substância fundamental em diversas reações bioquimicas que ocorrem na célula.

É um poderoso antioxidante usado para transformar os radicais livres tóxicos em substâncias inertes, muitas vezes produzidos pelos esforços intensos e prolongados.

Entra na composição de certas hormonas esteróides e no mecanismo de síntese e queima de energia no organismo, assim como na resistência física e combate ao calor e a infecções.

O ascorbato tem importância nos processos de formação e funcionamento do colagénio, uma proteína estrutural relacionada com a resistência dos tendões e músculos.

Nicotinamida

É um componente das coenzimas que intervêm nas reacções metabólicas vitais dos hidratos de carbono, gorduras e proteínas de todas as células.

É indispensável ao funcionamento de todos os órgãos digestivos.

A deficiência em nicotinamida origina transtornos digestivos, inflamação e ulceração das mucosas, de uma forma indirecta cria obstrução à alimentação, digestão e respiração.

Importante no processo de desintoxicação do fígado substância fundamental na respiração celular e no processo de formação da glicose.

Nota:

O milho representa entre 30 e 40 % das misturas/rações para os pombos, o qual apresenta valores baixos de biodisponibilidade da nicotinamida, isto implica a suplementação obrigatória de nicotinamida.

Acetato d- alfa-tocoferol

 Potente antioxidante. Os antioxidantes são substâncias que destroem os radicais livres (substâncias nocivas ao corpo).

O alfa-tocoferol aumenta a intensidade das reacções químicas que dilatam os vasos sanguíneos e diminui a actividade das plaquetas, componente do sangue responsável ​​pela coagulação.


 Alfa-tocoferol tem um papel importante regulador nos seguintes metabolismos:

– metabolismo muscular e equilíbrio do glicogénio;

– hidratos de carbono e da creatina;

– metabolismo hormonal:

– estimulação da formação de anticorpos;

– acção antioxidante no metabolismo celular;

– prevenção de necroses hepaticas e degeneração muscular.

As necessidades de alfa-tocoferol aumentam com alimentações ricas em aminoácidos sulfurados e do tipo de gorduras poliinsaturadas administradas.

Maiores  necessidades na muda da pena e nas alimentações ricas em gorduras, como acontece nas provas de fundo.

Panteoteonato de cálcio

Essencial para a transformação dos lípidos e dos hidratos de carbono em energia, prevenindo a fadiga.

A sua falta pode originar hipoglicemia.
Ajuda no combate ás infecções ao promover a síntese de anticorpos.
Desempenha um papel fundamental na síntese e degradação das gorduras e indispensável ao bom funcionamento das mucosas.

A carência de acido pantotenico leva a descoloração e plumagem áspera, o que na pratica se traduz numa maior resistência ao “ar” e maior “humidificação” da plumagem, prejudicando o voo.

Piridoxina

Importante no metabolismo de certos minerais, ajudando à formação da hemoglobina, a qual contém ferro, responsável pelo transporte de oxigénio pelo sangue, para queimar as substâncias que produzem a energia necessária ao funcionamento e trabalho do organismo.

A deficiência em pirodoxina, implica um menor aporte de oxigénio às células e músculos.

Induzindo uma certa anaerobiose celular e um desdobramento incompleto das substâncias e à produção de corpos cetónicos e acido láctico a nível do músculo, originando o cansaço precoce.

As necessidades de pirodoxina são aumentadas quando do uso de certas sulfamidas e antibióticos.

Riboflavina

É uma enzima e funciona também como coenzima, as suas necessidades são aumentadas quando o metabolismo do pombo aumenta.

Por a alimentação ou por o esforço desenvolvido, o mesmo acontece em periodos de tempo frio, quando o pombo queima mais energia ou gorduras para manter a temperatura do corpo, ou nos períodos que é necessário “queimar” as gorduras acumuladas.

Mononinatro tianina

Regula o metabolismo dos hidratos de carbono; é fundamental ao funcionamento do tecido nervoso e do miocárdio; tem um efeito protector sobre o trato gastro-intestinal; mantendo condições normais para o peristaltismo intestinal, a absorção de gorduras e a actividade enzimática.

A sua deficiência pode causar transtornos no equilíbrio hídrico, anorexia e uso insuficiente da energia.

Alimentações muito energéticas e muito concentradas, requerem níveis mais elevados de tiamina.

Importante quando a alimentação tem de ser forçada e a recuperação mais rápida.

Cianocobalamina a cianocobalamina tem as seguintes funções no nosso organismo:

  • Necessária Eritropoiese (produção de glóbulos vermelhos)  e em parte do metabolismo dos aminoácidos e dos ácidos nucléicos;
  • Previne problemas cardíacos e derrame cerebral.
  • Necessária para uma boa manutenção do sistema nervoso.

 

soja e seus derivados possuem a cobalamina na sua constituição porém como um análogo inactivo de vitamina B 12 e portanto inapropriado a digestão.

As plantas não sintetizam nem armazenam vitamina b12, sendo a principal fonte desta vitamina nos animais por síntese microbiana.

O pombo como vegetariano tem de ser suplementado.
O consumo de  certos medicamentos podem contribuir para a deficiência da B12, pois causam ma absorção desta vitamina.

Ácido fólico

Necessário para a formação de proteínas estruturais e hemoglobina. O ácido fólico é efectivo no tratamento de anemias.

A falta de acido folico provoca anemias, anorexia, apatia, distúrbios digestivos, problemas de crescimento.

O excesso de ácido folico provoca euforia, excitação e hiperatividade.


Biotina 
faz parte das Vitaminas do Complexo B, é uma vitamina sulfurada e funciona como cofator enzimático, no metabolismo de proteínas e hidratos de carbono. Intervém na utilização dos açúcares, amidos e proteínas.

O FlyCapsTotalB

Foi concebido com a finalidade de promover uma boa recuperação e uma excelente preparação para provas exigentes que requerem um metabolismo no máximo das suas capacidades e uma desintoxicação constante e prolongada.

São essas as razões do seu sucesso nas provas de fundo, ou quando os pombos começam a baixar de rendimento com o decorrer da campanha desportiva.

Provas de fundo

Sabia que…?

– as provas de fundo representam 45% dos quilometros de uma campanha desportiva sem contabilizar os treinos;

– as provas de fundo totalizam cerca de 3800 quilómetros;

– uma prova de fundo equivale a uma prova de velocidade mais uma de meio-fundo, em média;

– o pombo passa mais do dobro do tempo dentro do camião, do que nas provas de velocidade e meio-fundo;

– o pombo está sem comer e sem beber mais de 24 horas;

– o pombo é solto cerca de 12 horas após comer o que lhe apetece, de uma mistura muitas vezes inadequada para o bom desempenho na prova;

– a “inexperiência” nesse tipo de provas e a imaturidade do pombo são as principais causas de perdas;

– a clausura, cria stress, o qual se traduz no aumento do ritmo respiratório e cardiaco, acelerando o metabolismo e o gasto de energia e a consequente desidratação (formix = energia + electrolitos);

– o pombo na fase inicial do voo consome os açucares circulantes, de seguida o glicogénio armazenado nos musculos e figado e depois as gorduras de reserva, as quais têm de ser desdobradas no figado;

– o cansaço dos quilometros e das horas de voo, levam a um pior funcionamento dos pulmões e do coração, diminuindo a oxigenação dos tecidos e orgãos, provocando um metabolismo incompleto das substâncias, sobrecarregando o figado e músculos com àcido láctico e corpos cetónicos.

Por todas estas circunstâncias e mais algumas um pombo chegado de uma prova de fundo é um herói que venceu a distância, manteve o espírito de sacrifício para chegar, e resistiu às fraquezas e necessidades do corpo.

Pergunta-se, continua a pensar que os pombos de fundo não precisam de ser preparados e recuperados com algo especial que vá ao encontro das suas necessidades especificas, para este tipo de provas?

NO FUNDO, FlyCapsTotalB

QUEM VAI PARA O FUNDO, AVIA-SE COM FlyCapsTotalB

PARA RECUPERAR ENERGIAS … UM  FlyCapsTotalB

Preparação para a próxima prova

Preparação para a próxima prova

A preparação para próxima prova /concurso inicia-se na chegada da prova anterior.

Antes de ler este artigo aconselhamos a ver o artigo intitulado:

 Os concursos começam na véspera  click aqui para visualizar.

Se já leu, então tem de ler este artigo.

Depois de ler este artigo vais ter curiosidade em ler o artigo intitulado:

“Variações dos diferentes parâmetros fisiológicos na recuperação e preparação do pombo.”

Preparação para a próxima prova.

No artigo “Os concursos começam na véspera” abordamos diversas situações e fatores a que os pombos estão sujeitos no dia do encestamento e as formas e os meios para minimizar esses efeitos;

interessa registar esses efeitos, sim porque eles deixam as suas marcas nos pombos e condicionam também a preparação para a próxima prova.

Estamos a faltar de stress, desidratação, consumo de substâncias, intoxicações, alteração da flora intestinal, fadiga, abaixamento da resistência física e imunitária.

E o que se passa depois do encestamento nas colectividades e durante o transporte dos pombos?

Durante o transporte, milhares de pombos ficam enclausurados num espaço reduzido, numa atmosfera contaminada e com ventilação deficiente, com temperaturas variáveis e condições propícias ao desenvolvimento e contaminação microbiana.

Aliado ao maior ritmo respiratório e cardíaco, o que implica um maior volume de ar contaminado inspirado; e a infeção respiratória pela certa.

Não esquecendo que muitos pombos vomitam e outros ingerem; uma bela troca contaminante de bactérias, tricomonas, fungos e por vezes de vermes (capilares e da traqueia).

Resumindo, quando o pombo é solto transporta uma boa carga microbiana infetante.

Durante o voo, quais as principais alterações físicas e fisiológicas afetadas:

– Consumo de substâncias, combustível para o voo

Inicialmente o pombo começa por gastar a energia pura circulante (glicose) e a armazenada no fígado e músculos, o glicogénio.

Calma que ainda vamos nos primeiros quilómetros!…

Uma oxigenação deficiente origina uma maior queima anaeróbia de açucares, diminuindo o rendimento energético e o aumento da produção e acumulação de acido láctico (provoca intoxicação e cansaço muscular).

Em seguida são consumidas as gorduras circulantes e as que se encontram distribuídas pelos músculos e fígado e depois as gorduras de reserva (gorduras acumuladas).

Em casos mais extremos, e provas mais desgastantes, toda a gordura é consumida, o organismo recorrer às proteínas. Este processo é mais penalizador, os resíduos da digestão das proteínas são mais tóxicos para o organismo e requer mais água.

As gorduras e as proteínas são transformadas em elementos energéticos através de um processo chamado neoglicogénese.

Sequência de consumo das substâncias para satisfação energética.

Glicose sangue —»»» glicogénio –»» gorduras —-»»» proteínas.

A nível muscular acumula-se acido láctico resultante do desdobramento incompleto dos hidratos de carbono, no fígado corpos cetónicos resultante do metabolismo das gorduras e acido úrico a nível dos rins, como subproduto da digestão das proteínas, sendo a eliminação destas substâncias prejudicada pela desidratação.

É verdade, estás difícil mesmo.

E  A PROVA CONTINUA…

TENTA DAR O MELHOR!

ORIENTA-TE; NÃO TE DISTRAIAS.

OH!… CUIDADO COM OS INIMIGOS

MORTINHO PARA CHEGAR A “CASA”.

FINALMENTE CÁ ESTÁ ELE!…

Apresentando o seguinte “quadro”:

Músculos (ácido láctico);

– Fígado (corpos cetónicos);

– Rins (acido úrico);

Intestinos (excesso de sais biliares e flora intestinal afetada);

Vias respiratórias (contaminadas);

Sistema imunitário debilitado;

Desidratação e falta de “combustível” para a “máquina” trabalhar.

Fisicamente todo “roto”, mostra um “sorriso” com a alegria de chegar a “casa”.

Para a semana há mais.

Cuidados para minimizar os efeitos da prova e promover a recuperação e preparação para a próxima prova.

A melhor recuperação é a prevenção, evitando os efeitos nefastos que a prova vai exercer sobre o pombo.

Os cuidados do dia de encestamento ajudam a melhorar as performances desportivas e a minimizar os efeitos nefastos do dia da prova.

Mais vale prevenir a intoxicação do que ter de desintoxicar.

Após a chegada, quais os cuidados?

pombal deve ter uma temperatura amena e sem correntes de ar.

Os pombos chegados devem ficar livres no pombal, permitindo algum exercício para “arrefecimento” corporal gradual e favorecer libertação do ácido láctico dos músculos.

abeberamento não deve ser imediato; pombos desidratados e cansados, através de um falso trajeto, introduzem água nos pulmões, ocorrendo asfixias.

As sementes administradas devem ser “miúdas”, de bom valor alimentar e digestibilidade, pouco teor em fibra e não serem muito ricas em proteínas e gorduras, previamente demolhadas durante 12 horas; saiba as suas vantagens: http://www.pigeons.pt/sistema-digestivo-hepatico-das-aves/

A administração de produtos na água de bebida logo após a chegada, como açucares e electrólitos, entre outros (concentrações elevadas), devem ser acautelados.

O pombo encontra-se desidratado, ou seja, falta-lhe água no organismo, o que na prática implica um meio concentrado ou hipertónico. administrando substâncias que aumentam a concentração iónica, estamos a prejudicar a homeostasia normal dos tecidos e órgãos.

Quando um pombo desidratado bebe água salgada morre, devido a grande concentração de sais, dá-se o rebentamento das membranas de muitas células, como as dos glóbulos do sangue (veja plasmólise e turgescência).

 Prevenir contaminações e infeções

O pombo regressado de uma prova é portador e contaminador de infeções aos seus coabitantes.

Os dois principais pontos de contaminação e infeção são as narinas (infecções respiratórias) e o bico (infeções digestivas).

Os principais órgãos e meios de defesa do organismo (mucosas, flora intestinal, enzimático, imunitário e fígado) encontram-se debilitados, pelo que é necessária uma intervenção rápida e eficaz a fim de:

– Eliminar por contacto microrganismos patogénicas das mucosas (OxygenPlus e HexaPlus);

-Satisfazer as necessidades alimentares, facilitando a digestão e preparação para a próxima prova;

-Repor a flora intestinal, garantindo-lhe o substrato ideal para o seu rápido desenvolvimento e colonização no meio e na parede intestinal (ProbioticTotalB);

-Promover a proteção e desintoxicação hepática (HepatoxTotal+);

-Hidratar o organismo e estabelecer a sua homeostasia e desintoxicação geral (Formix).

Para minimizar o desgaste da prova / concurso, facilitar a recuperação e prevenir infeções, aconselha-se o seguinte tratamento de chegada:

Chegada da prova

Sementes demolhadas + HepatoxTotal + ProbioticToatlB

Água com HexaPlus

Noite da chegada da prova

Sementes demolhadas + HepatoxTotal+ProbioticToatlB

Água com Formix

Narinas – OxygenPlus, uma gota em cada narina.

Segue-se a recuperação, estabilização e preparação para a próxima prova, para isso devemos conhecer:

“Variações dos diferentes parâmetros fisiológicos na recuperação e preparação do pombo.”

Assunto que abordaremos noutro artigo.

Nota:

A ausência de alimento / substrato no intestino, as descargas biliares e outros tóxicos, a variação de pH, alteram e eliminam a flora intestinal saprófita.

O fígado é um dos principais órgãos, e dos mais sobrecarregados durante as provas, tem de sintetizar e desdobrar muitas substâncias, intoxica, deixa de realizar funções vitais.

Trabalho elaborado por

Carlos Teixeira

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Concursos começam na véspera.

Concursos /provas começam na véspera.

Dia de encestamento / enjaulamento / dia de partida para a racing.

Concursos, provas e campanha desportiva 

 A preparação para a próxima prova inicia-se na chegada da prova anterior.

( Informação completa em:   http://www.pigeons.pt/preparacao-prova-concurso-inicia-na-chegada-da-prova-anterior/ )

O que se passa nos concursos?

Os resultados dos concursos / provas /racings são influenciados por diversos factores.

Centramo-nos no que podemos controlar de momento.

 Os concursos /provas /racing começam na véspera, porque?

Começamos pela véspera dos concursos.

Regra geral na véspera dos concursos os pombos são alimentados de forma muito ligeira, não fazem o voo habitual, são colocados em jaulas e “encestados“ nas colectividades.

Todos estes factores provocam stress e nervosismo nos pombos, assim como aumento do ritmo respiratóriocardíaco.

O aumento do ritmo respiratório e cardíaco provoca maior consumo de energia, desidratação, cansaço dos principais órgãos, intoxicação e alteração da flora intestinal

O que podemos fazer, cuidados e recomendações para minimizar os factores prejudiciais do dia de encestamento.

1º Minimizar o stress ambiental e presencial.

A rotina do voo diário não se efectua, os pombos ficam ansiosos e sempre com esse sentido, por isso devemos evitar a presença física e sonora no pombal e na sua insolvência (imediações).

Diminuir a luminosidade no pombal sem impedir a sua ventilação normal.

2º Alimentação

A alimentação regra geral é ligeira, mas se os pombos apresentam bastante apetite deve ser aumentada (frio e abaixamento das temperaturas).

As sementes utilizadas devem possuir bom valor alimentar e digestibilidade, pobres em fibra e proteína.

(Nota: baseado em provas de velocidade e meio-fundo para Portugal)

3º Facilitar a digestão e promover a hidratação.

Na véspera do encestamento, lavam-se e colocam-se em água com HexaPlus as sementes que serão administradas no dia do encestamento.

As sementes demolhadas absorvem água, amolecem, o que facilita a trituração e a digestão.

Quando as sementes absorvem água, activam-se as enzimas responsáveis pela germinação das sementes.

Os hidratos de carbono mais complexos, como os amidos transformam-se em maltose

(malte, maltagem).

Por este processo (pré- germinação) facilita-se a digestão mecânica e enzimática e reduz-se o consumo energético e consumo de água relacionados com a digestão.

A pré-germinação/hidratação das sementes aumenta indirectamente o consumo de água, desta forma promovemos a “hidratação”.

Utilizar um bom probiótico é fundamental na alimentação para manter a flora intestinal e melhorar a digestão. (ProbioticTotalB).

4º Minimizar a desidratação no dia de encestamento.

No dia de encestamento administra-se na água de bebida e /ou na alimentação electrólitos (Formix ) para ajudar a combater a desidratação.

Todos os factores que aumentem a temperatura corporal, ritmo respiratório  e cardíaco devem ser acautelados e evitados.

O dia de encestamento deve ser para os pombos e para o Columbófilo um dia sem stress e nervosismo.

Apanhe os pombos nas “calmas” e coloque-os em jaulas espaçosas, mas com poucos pombos.

Primeiro os machos que são sempre mais excitáveis e retire-os para um local adequado.(ver nota sobre local adequado)

Os pombos que são muito ”temperamentais” e stressam os restantes pombos, devem ser enjaulados separadamente.

O enjaulamento no pombal deve ser feito pelo tratador habitual, sem a presença de estranhos.

“Os ajudantes ficam na parte de fora e calados”

As vias respiratórias superiores obstruídas e irritadas dificultam a admissão de ar, obrigando os pulmões, sacos aéreos e músculos intercostais a um maior esforço e ritmo, aumentando consideravelmente o número de movimentos por minutos.

Recomenda-se a desobstrução das vias respiratórias superiores na véspera do encestamento com OxygenPlus.

Intoxicações e flora intestinal 

 Fisiologia digestiva  

A  fisiologia digestiva  do pombo tem duas particularidades muito importantes:

– A produção enzimática digestiva é influenciada pelo alimento ingerido, ou seja, a variação da alimentação estimula a produção das respectivas enzimas.

A produção enzimática anda sempre atrasada em relação as suas necessidades.

Por isso as variações alimentares devem ser graduais, principalmente ao nível da ingestão de gorduras.

– O pombo não possui vesícula biliar, ou seja, não tem órgão de armazenamento de sais biliares, efectuando-se descargas constantes no intestino.

Os sais biliares são formados a partir de substâncias com toxicidade que o fígado retira do sangue e lança no intestino.

A flora intestinal, conjunto de microrganismos que vivem no intestino tem tempo de vida curto,estão em constante renovação e por vezes as estirpes alteram-se.

Manter a flora intestinal saprófita 

Para manter a flora intestinal saprófita (benéfica) são necessárias condições de meio apropriadas (probiotico, substrato,pH, ausência de inibidores e patogénicos).

O aumento do nível alimentar na véspera do encestamento induz a uma maior produção de sais biliares e sobrecarga hepática.

O fígado também sofre maior sobrecarga originado pelo aumento de substâncias a desdobrar e a elaborar.

O stress origina distúrbios e produção de substâncias com alguma toxicidade para o organismo.

Verificam-se uma série de alterações a nível intestinal induzidas pelas descargas que recebe, aliado ao volume diminuto de alimentos ingeridos no dia de encestamento, a flora intestinal é afetada.

Razões que justificam o uso de probiótico e desintoxicante hepático (ProbioticTotalB+HepatoxTotal+),

no dia do encestamento, até porque durante a prova o fígado tem de estar perfeitamente desimpedido para metabolizar as substâncias de reserva necessárias ao esforço despendido no concurso.

A ausência de substrato e a deposição no intestino de substâncias tóxicas oriundas do fígado propícia o desenvolvimento da flora patogénica.

Melhor mesmo usar um bom probiótico (ProbioticTotalB) para contrariar as alterações a nível da flora intestinal.

A preparação para a próxima prova inicia-se na chegada da prova anterior!…

Será um dos próximos temas.

Nota:

Local adequado

Entende-se como local adequado aquele que reúne as seguintes condições:

– Pouca luz e sem barulhos inquietantes;

Temperaturas entre 17 e 23 oC;

– Ventiladas, sem correntes de ar;

Humidade relativa do ar, entre 40 e 65%;

– Isento de cheiros, poeiras, fumos e fungos;

– Sem a presença de outros seres vivos.

 

Jaulas de transporte dos pombos

As jaulas de transporte dos pombos devem estar limpas e higienizadas mas sem libertar cheiros

ou resíduos dos higienizantes ou desinfectantes, capazes de irritar as vias respiratórias e os olhos dos pombos.

 

Trabalho realizado por:

Carlos Teixeira

 

 

 

 

 

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Sistema digestivo e entero-hepatico das aves (1ªparte)

 Sistema digestivo e entero-hepatico das aves (1ª parte)

Sistema digestivo.

“Um ser vivo não é o que ingere.

 Mas sim o que digere e absorve”.

Como assim?

Continue a ler…

Sistema digestivo / aparelho digestivo

O Sistema digestivoaparelho digestivo é um canal com órgãos acoplados, ligado ao meio exterior através de uma entrada e uma saída.

Permitido a introdução no organismo de substâncias; umas essenciais e outras nocivas (contaminação e intoxicação).

A digestão visa a redução das partículas para aumentar a superfície de exposição à embebição (absorção de líquidos) e ao ataque enzimático (esta requer condições ideias de pH), até que são absorvidas pelo intestino e passam para o sangue.

                                                                    Sistema digestivo, alguns órgãos:

                 O bico

Entre os diferentes “orgãos” que formam o sistema digestivo o bico é o que apresenta as mais diversas e variadas formas, regra geral adaptado à sobrevivência da ave.

A análise do bico das aves e as das unhas, dão-nos indicações de problemas de saúde que a ave teve, assim como de carências alimentares, principalmente a nível de minerais.

Quantas vezes a tentar abrir o bico, principalmente a pombos jovens, a parte superior começa a deformar-se, quase dobra para trás.

As aves possuem muito poucas glândulas salivares,  as enzimas aqui produzidas são muito escassas, tendo a função de lubrificação para facilitar a deglutição. 

                                                                Papo

O papo funciona como orgão de armazenamento onde os alimentos são embebidos e amolecidos, ocorrendo hidrolise (desdobramento de alguns açucares complexos) e ativação das enzimas das sementes.

Processo semelhante à germinação das sementes.

No papo pode ocorrer fermentação e ataque microbiano resultante da “contaminação” (saprófita ou patogénica) microbiana dos alimentos ingeridos.

 Tempo de permanência dos alimentos no papo.

O tempo de permanência dos alimentos / sementes no papo, assim como nos restantes órgãos do sistema digestivo / aparelho digestivo.

Está dependente da capacidade de “embebição” e dureza das sementes.

Da ocupação do tubo digestivo a jusante e da quantidade e tipo de fibra dos alimentos ingeridos, entre outros factores.

Algumas sementes “absorvem” quase 50% de água em relação ao seu peso, a temperaturas médias de 20ºc.

O tempo ótimo para embebição (demolhar) as 12 horas; a partir das 18 horas não se verifica aumento de peso das sementes “demolhadas”.

As sementes colocadas a “demolhar” em recipientes hermeticamente fechados e com atmosfera reduzida, atrasam a embebição e a germinação.

A embebição das sementes ou pré-germinação deve ser microbiologicamente controlada.

Para a lavagem das sementes utiliza-se  um produto microbicida que atue sobre fungos e bactérias, HexaPlus.

Muito bem, e na prática, como posso tirar proveito destes conhecimentos?

São várias as situações, as quais não vou descrever neste artigo, ficarão para outro, que se poderá intitular.

“vantagens e situações de utilização de sementes pré-germinadas”.

Em algumas aves, o papo produz uma substância vulgarmente chamado por “leite do papo”.

Serve de alimento às jovens aves nos primeiros dias de vida.

Proventrículo, ou estomago glandular, produz enzimas digestivas proteolíticas que atuam em meio bastante ácido, desdobrando as proteínas complexas em cadeias de aminoácidos.

O meio ácido do proventrículo funciona como uma barreira seletiva à passagem de determinadas bactérias, eliminando-as.

Se o tubo digestivo a jusante, no caso a moela se encontra vazia, o tempo de permanência dos alimentos no proventrículo é reduzido.

As bactérias indesejáveis não são sujeitas à ação destruidora da acidez deste órgão.

  Ventrículo. moela , ou estomago glandular

Ventrículo, moela, ou estomago muscular, com a ajuda de elementos grosseiros, que não devem ser assim tão grosseiros, faz a maceração das sementes.

Diminuindo o seu tamanho, facilitando o trânsito, a ação enzimática e a absorção intestinal.

A moela funciona como um moinho, mói as sementes com a ajuda de elementos grosseiros de base mineral (grit, cascas de ostra, sílex e outras areias), o que vulgarmente chamam de “dentes das aves”.

Por favor, não lhe “tirem os dentes”, nem lhe coloquem uma “dentadura” demasiadamente grande.

As partículas utilizadas para ajudar a maceração das sementes na moela devem ser de pequena dimensão.

Se possível não terem arestas finas e pontiagudas capazes de penetrarem no músculo da moela.

Os animais tentam satisfazer as suas carências, apresentando por vezes comportamentos muito estranhos, como a cecotrofia, a coprofagia, etc.

   Alimentação mineral

Alimentação mineral, tantos tabus, desinformação e erros.

Primeiro de tudo, a maioria dos criadores, desprezam a alimentação mineral, esquecendo-se que as sementes são desequilibradas e pobres em minerais, e que na natureza as aves têm acesso a muitos insetos, caracóis e a locais de deposição de substâncias oriundas de “lixiviação”.

Perdoem a recordação de infância, quando era miúdo e via a destruir alguma casa com parede de estuque e o seu revestimento era caliça.

Logo aproveitava para dar aos pombos, os quais devoravam avidamente. Era uma mistura de barro (argila), areia e cal.

O “grit” é composto por “tijolo” (argila), sílex, algumas conchas e casca de ostra, que na prática não é casca de ostra, mas sim de mexilhão.

Estes elementos não têm a riqueza suficiente para satisfazer as necessidades de minerais das aves.

A maioria dos chamados “pós minerais” disponíveis no mercado são muito desequilibrados e pobres em minerais, contêm um bocado de cálcio e muito sal.

 Bloco salgado

O “bloco salgado” é basicamente uma mistura de argila com sal, que as aves comem e comem, mas nunca ficam satisfeitas, aumentando o consumo de água e provocam fezes moles.

Nos últimos tempos têm surgido no mercado misturas de “grit” e “pós minerais” algo mais concentrados e menos desequilibrados.

A utilização de um bom complexo mineral tipo HaemoPlus permite a correção mineral e satisfação das necessidades minerais.

Quando faço tratamentos, véspera e dias de enjaulamento e chegada das provas, devo retirar o “grit”, o “pó mineral”, o “tijolo” aos pombos?

E o resto do “sistema digestivo e “entero-hepatico”?

E a “flora intestinal”? Onde e como atua?

 

Serão temas desenvolvidos na segunda parte deste artigo.

 

Músculos, tendões e articulações

       

Músculos, tendões e articulações

                              Acabou o repouso físico, intensifica-se a atividade geral            

Problemas musculares e articulares – Durante a muda da plumagem as aves ficam sujeitas a atividade física reduzida e a uma alimentação generosa para formação da nova plumagem, sobrecarregando o organismo.

A preparação para a atividade física deve começar pela depuração e desintoxicação do organismo e mobilização de parte das gorduras acumuladas.

A dieta alimentar deve sofrer restrição na quantidade, não na qualidade.

O stresse da fome, também consome….

As baixas temperaturas, o frio, o exercício físico, exigem alimento.

Os níveis de proteína / aminoácidos são essenciais para “ trocar” tecido adiposo por massa muscular.

A nível do fígado, queimam-se as gorduras e formam-se proteínas, sobrecarregando este orgão, que muitas vezes já se encontra bloqueado por gorduras acumuladas.

É um período de stresse e alterações orgânicas, a saúde gastrointestinal e o sistema imunológico deve ser reforçado; através do uso de um bom probiotico, que assegure um bom desenvolvimento e colonização da flora intestinal saprófita (benéfica).

O exercício físico inicialmente livre deve aumentar de forma gradual, para que não ocorram problemas musculares e articulares.

Sempre que possível deve existir uma “aclimatização” das aves à temperatura exterior.

Evitar as primeiras horas da manhã e as últimas da tarde, sempre mais frias, assim como ventos fortes.

Regressados ao pombal, devem ficar numa zona ampla, que permita “exercício físico de arrefecimento”; evitar as correntes de ar e amplitudes térmicas.

Controlar possíveis infeções de “ estafilococos a nível articular”, muito incidente nesta fase; pois provocam problemas musculares e articulares.

Em termos nutricionais, assegurar as necessidades de aminoácidos e minerais essenciais ao desenvolvimento e resistência dos músculos e tendões, provocados pelo exercício físico.

A desobstrução das vias respiratórias superiores é fundamental para assegurar uma boa “Oxygenação” do organismo.

As principais enfermidades (tricomonas, coccidioses, vermes) que afetam o pombo devem ser controladas.

 

        

 


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Probioticos na reprodução e aves jovens.

         Probióticos na reprodução e aves jovens

Probióticos, o que são, como funcionam e quais os seus benefícios?

Flora intestinal, o que é, como se forma e qual a sua importância? 

Importância e vantagens do uso de probióticos na reprodução e aves jovens.

Necessidade e recomendações para usar probióticos em pombos, canários, exóticos, fauna europeia e psitacídeos.

Flora intestinal versus probióticos

Probióticos.

FLORA INTESTINAL, conjunto de microrganismos, uns saprófitos (benéficos, probióticos), outros patogénicos (prejudiciais), em constante competição pelo meio e substrato na tentativa de se sobrepor à outra (flora) de forma a garantir a sua colonização.

Regra geral todos os serves vivos quando nascem tem o sistema imunitário, digestivo/enzimático e defesas orgânicas muito diminutas.

Para as jovens crias, os primeiros dias de vida são cruciais, deixaram de estar “sob proteção” dos seus invólucros fetais” e ficam expostos às adversidades do meio, com dois pontos de infeção cruciais bico/boca e umbigo.

Visando proteger os jovens, é-lhe fornecida uma alimentação especial, mais nutritiva e digestível, mas por outro lado mais propícia à contaminação e desenvolvimento bacteriano, muitas vezes patogénico.

Os animais jovens nascem sem flora intestinal, esta forma-se a partir da “contaminaçãoexterior, quer da alimentação, quer do meio envolvente.

O tubo digestivo

O tubo digestivo é um canal com órgãos acoplados, ligado ao meio exterior através de uma entrada e uma saída; permitindo a introdução no organismo de substâncias; umas essenciais e outras nocivas (contaminação e intoxicação).

A digestão visa a redução das partículas para aumentar a superfície de exposição ao ataque enzimático (esta requer condições ideias de pH),  até que são absorvidas pelo intestino e passam para o sangue.

Os intestinos são “forrados” interiormente por vilosidades, responsáveis pela integridade da parede intestinal, produção de algumas substâncias e absorção de outras para o sangue.

A parede intestinal é a principal barreira entre o meio interior e exterior, formando uma passagem altamente seletiva.

A parede intestinal  permite muitas vezes a passagem de “elementos” químicos e biológicos nocivos para o organismo, chegando ao fígado através do sangue portal (veia porta), obrigando-o a executar as suas funções como ultimo guardião da integridade do organismo, o sistema de macrofagia (células de Kupffer).

Através da macrofagia são eliminadas as bactérias patogénicas oriundas do intestino que chegam ao fígado, onde são destruídas; caso não aconteça por deficiência hepática, contamina órgãos tão importantes como o coração e pulmões.

As vilosidades intestinais são muito concorridas e atractivas para a fixação da flora macrobiótica, benéfica e patogénica.

Quando a flora patogénica se sobrepõe à saprófita, criam-se condições favoráveis a infeções e doenças.

Diversos factores devem ser acautelados de forma a proteger os jovens animais, desde a higiene, o estado sanitário dos pais, a alimentação administrada e a colonização intestinal saprófita através de um probiótico adequado ao tipo de alimentação e que seja assegurado o substrato ideal ao desenvolvimento e colonização da flora intestinal benéfica.

A utilização regular e preventiva dos probióticos, tem o seu efeito potencializado, mantém a flora intestinal saprófita e impede o desenvolvimento e “instalação” da flora patogénica.

Um bom probiótico, não é só o tipo de microrganismo e a concentração que contém, é fundamental que tenha ou que lhe seja garantido o substrato ideal ao seu desenvolvimento.

Recomendamos o ProbioticTotalB, é um probiótico com substrato enriquecido em vitaminas, minerais e aminoácidos essenciaisoptimizando o desenvolvimento, reprodução e colonização da flora intestinal benéfica. Melhorador da digestão e absorção das substâncias alimentares a nível intestinal, proporcionando jovens mais fortes e saudáveis.

O ProbioticTotalB pode ser administrado juntamente com papas, germinados, cuscus, etc.

Pela sua riqueza em aminoácidos também é utilizado para corrigir e/ou melhorar o nível de proteína/aminoácidos da alimentação.

                                                                                   Recomendações especificas administração:

– Na alimentação de reprodutores que alimentam os filhos com papa, melhora a digestibilidade, a qualidade proteica da alimentação e fornece probiótico ideal para a colonização intestinal dos jovens, impedindo que a flora patogénica se instale;

Prevenção de distúrbios intestinais de diversas origens (digestivos, parasitários e bacterianos);

– Quando da utilização de quimioterapêuticos e antibióticos;

– Aditivos concentrados, que alterem o pH intestinal;

– Desmames;

– Dietas concentradas, em proteína ou açúcares fermentescíveis;

Outro factor importante é a proteção e desintoxicação hepática e condicionamento intestinal, assegurando o bom funcionamento do fígado, utilizando o HepatoxTotal+.

Noutro artigo abordaremos a importância da fisiologia e proteção hepática.